Existe uma frase que resume bem a forma como a Redigir enxerga o ensino de redação: corrigir 500 redações é fácil; difícil é fazer os alunos aprenderem com elas. Foi esse problema, e não o da correção em si, que levou a empresa a nascer, e é ele que orienta cada decisão da plataforma há 12 anos.
Neste texto, a partir de uma conversa com Rodrigo Simões, CEO da Redigir, contamos como a plataforma surgiu, o que a diferencia de outras soluções de redação para escolas, como ela usa tecnologia de ponta e para onde caminha a partir de 2027.
Uma história que começa no chão da escola
A Redigir foi fundada por três coordenadores pedagógicos que trabalhavam em instituições de ensino em comum e compartilhavam o desejo de empreender. A vivência com educação a distância e o contato próximo com escolas, cursinhos pré-vestibulares e instituições de ensino superior os aproximaram de um problema que toda coordenação conhece bem: a gestão da redação, que tem uma dimensão operacional, a de dar conta do volume de correções, e outra pedagógica.
Segundo Rodrigo, a empresa nasceu "a partir da nossa experiência prática no chão de fábrica, com professores e coordenadores pedagógicos, entendendo as demandas da instituição de ensino". A pergunta que guiou a Redigir desde o início foi como transformar cada correção em um insumo efetivo para a aprendizagem do aluno e para o trabalho do professor. Essa pergunta continua sendo, nas palavras do CEO, o grande diferencial da empresa.
Mais do que corrigir: o que é uma plataforma adaptativa
A Redigir se define como uma plataforma adaptativa de ensino de escrita. A maioria das soluções do mercado concentra-se no ato de corrigir o texto, enquanto a Redigir concentra-se no que acontece a partir da correção.
Na prática, isso muda a experiência de todos os envolvidos. Para o aluno, deixa de ser apenas "ver a nota" e passa a ser uma experiência de aprendizagem dentro da plataforma. Para o professor, a correção vira ponto de partida, apoiada por indicadores objetivos que orientam decisões e intervenções pedagógicas. Para o gestor, a ferramenta de gestão de redação na escola traz uma visão clara do processo de ensino-aprendizagem, com dados para decidir.
A Redigir construiu um sistema de correção "sobre trilhos", o que garante precisão para que tudo o que vem depois, dos indicadores ao percurso de estudo do aluno, parta de um diagnóstico confiável. A síntese, nas palavras do CEO, é: correção como meio, aprendizagem como fim, com garantia de qualidade em todo o processo.
Inteligência artificial como aliada de quem ensina e de quem aprende
Em um momento em que a IA é tema em toda discussão sobre educação, a posição da Redigir é clara: a tecnologia só faz sentido quando resolve um problema real. A empresa a utiliza como aliada de três públicos. O primeiro é o corretor de redação, apoiado nas etapas mais complexas e trabalhosas da correção. O segundo é o professor e o gestor escolar, com apoio na análise de contexto e no planejamento da aula. O terceiro é o estudante, que recebe ajuda para decodificar seus feedbacks e se orientar depois deles, afinal, de nada adianta uma correção se o aluno não consegue aprender a partir dela. Rodrigo resume a visão da empresa assim: "Não é IA por IA, é IA como solução de verdade para problemas de pessoas de verdade."
12 anos de trajetória construída redação a redação
Completar 12 anos é uma marca rara no setor de tecnologia educacional. Nesse período, a Redigir consolidou atuação em todas as regiões do país, acumulando mais de 6 milhões de redações corrigidas e cerca de 500 mil estudantes atendidos, em centenas de unidades escolares. Mais do que números, esse histórico é a evidência de uma qualidade sustentada ao longo do tempo.
Há mais de cinco anos, a Redigir é a única empresa da área de redação reconhecida pela Associação Nacional de Escolas Católicas (ANEC) como ferramenta validada para instituições confessionais. Entre os cases de destaque estão as parcerias com a Inspetoria São João Bosco e com o Colégio Humboldt, em São Paulo.
O que vem pela frente: ensino fundamental e educação pública
A Redigir trabalha hoje em um projeto voltado à educação pública que vai além do ensino médio e inclui também o ensino fundamental. A partir de 2027, as redes públicas devem esperar um movimento de aproximação e disponibilização dos serviços da plataforma. Para o CEO, a Redigir é pioneira no atendimento ao segmento de ensino fundamental, tanto anos iniciais quanto anos finais, o que tem sido uma bandeira da empresa.
Os desafios, segundo ele, são dois. Internamente, sustentar o ritmo de crescimento sem abrir mão da qualidade que consagrou a Redigir. Externamente, manter a ferramenta atual e pedagogicamente eficiente diante da revolução da inteligência artificial e das novas formas de ensinar e aprender, frente que a empresa enfrenta, entre outras ações, com o seu programa de pesquisa e desenvolvimento.
Por que se contentar com qualquer solução?
Na escolha de uma plataforma de redação para escolas, o CEO deixa uma provocação aos gestores pedagógicos: por que se contentar com qualquer solução se é possível ter acesso à melhor delas? Ele observa um movimento de mercado em que grandes players oferecem a redação empacotada dentro de sistemas mais amplos, o que merece atenção. Como explica, quando um sistema oferece uma diversidade de serviços, nenhum deles é a atividade principal, e no caso da Redigir, a redação é exatamente a atividade principal.
O convite final é para que a escola conheça a ferramenta e as condições da Redigir antes de decidir. Como lembra o CEO, economia muitas vezes acaba se transformando em prejuízo, e, quando o assunto é redação na educação básica, vale a pena testar a melhor solução.
Quer entender como a plataforma funciona na prática e como ela pode apoiar a gestão pedagógica de redação da sua instituição? Conheça a Redigir para escolas.