Em outubro de
2024, a HostGator Brasil conduziu um estudo para entender como está o uso da
inteligência artificial pelos pequenos e médios empresários que possuem um
site. Neste cenário, 61,41% dos participantes revelaram que a tecnologia faz
parte de suas atividades. O levantamento em questão contou com a resposta de
894 participantes, e ainda aponta que 26,73% dessas pessoas não utilizam a
inteligência artificial, mas desejam implementá-la em suas tarefas em algum
momento. Os 11,86% restantes revelaram que não estão interessados nesse tipo de
serviço ou não conhecem muito sobre as ferramentas. [...]
Disponível em: https://www.hostgator.com.br/blog/impacto-inteligencia-artificial-empresas-pme/.
Acesso em 8 set.2026.
Texto II
A Desde a
Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra no século XVIII, a incorporação de
novas tecnologias vem reconfigurando a organização do trabalho. Se, no século
XIX, a mecanização ampliou a capacidade produtiva e substituiu parte do esforço
físico humano, atualmente a automação e a inteligência artificial também
alcançam tarefas cognitivas, como a análise de dados, o reconhecimento de
padrões e determinadas tomadas de decisão. É nesse contexto que ganha força a
concepção de Indústria 5.0, que propõe integrar tecnologias avançadas às
capacidades humanas, como criatividade, senso crítico e empatia. Em vez de
compreender a inovação apenas como instrumento de eficiência e redução de
custos, esse modelo valoriza a colaboração entre pessoas e máquinas na busca
por processos mais personalizados, sustentáveis e centrados no bem-estar. No
mercado de trabalho brasileiro, essa perspectiva evidencia que o avanço
tecnológico não precisa significar apenas substituição de trabalhadores, mas
também redefinição de funções, competências e formas de colaboração
profissional. Trata-se de um avanço que visa não apenas o lucro, mas também o
desenvolvimento humano.
Gislaine Buosi, advogada e educadora.
Texto
III
A era dos agentes
e copilotos: Uma das mudanças mais interessantes que temos visto é o salto da
IA "reativa" para agentes mais inteligentes e proativos. Ferramentas
como o Microsoft 365 Copilot já começaram a aliviar atividades operacionais do
dia a dia — como resumir reuniões ou organizar e-mails — mas isso é só o
começo. Para 2025: agentes mais avançados, que a própria Microsoft chama de
“aplicativos da era da IA”. Estamos falando de soluções que conseguem, por
exemplo, monitorar estoques, recomendar fornecedores, orientar novos
colaboradores nas dúvidas mais comuns de RH ou até coordenar fluxos entre áreas
com pouco ou nenhum envolvimento humano. O impacto disso é direto: liberar
tempo e energia das pessoas para se dedicarem ao que realmente importa —
criatividade, pensamento estratégico, relações humanas.
REIS, Bruno. Disponível em: https://pt.linkedin.com/pulse/ia-trabalho-em-2025-da-automa%C3%A7%C3%A3o-revolu%C3%A7%C3%A3o-na-inova%C3%A7%C3%A3o-bruno-reis-nznuf.
Acesso em 8 set.2026. Adaptado.
PROPOSTA
DE REDAÇÃO: A partir da leitura dos textos motivadores
seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação,
redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa
sobre o tema: “Impactos da automação e da inteligência artificial no mercado
de trabalho brasileiro”. Apresente proposta de intervenção, que respeite os
direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa,
argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.