RESENHA CRÍTICA
NAPO - O MENINO QUE NÃO EXISTE, de EDSON BUENO
ID: PKB
CONTEXTUALIZAÇÃO E COMANDO
Depois da leitura da obra "Napo – o
menino que não existe", o escritor Edson Bueno, você tem mil
apontamentos a fazer!
Aborde criticamente a obra! Siga as orientações a
seguir. É necessário destacar pontos positivos e, caso você os considere,
pontos negativos também.
Cite, expressamente, fragmentos significativos do
enredo.
Com sensibilidade e técnica, você escreverá a melhor
resenha crítica de todos os tempos!
Você
já sabe, mas não custa lembrar...
A RESENHA CRÍTICA é uma
abordagem analítica bem fundamentada, acerca de um objeto cultural: um poema,
um livro, um filme, uma apresentação de balé, uma exposição de arte, uma
partida de futebol etc. Resenhar não é o mesmo que resumir: resenhar é
analisar; resumir é sintetizar. Ao contrário da resenha, o resumo não comporta
análise.
Criticar é "falar mal"?
Abordar
criticamente é opinar, é apresentar limitações/problemas e qualidades/elogios,
pontos negativos e positivos que o resenhista julgar importante destacar.
Portanto, a RESENHA não deve apenas apontar falhas (quando houver), mas deve
também tecer elogios, pontos fortes da obra analisada. É muito comum jornais de
grande circulação veicularem lançamento de livros, e, para tanto, o trabalho do
resenhista é indispensável – a resenha tem a finalidade de apresentar
determinada obra.
Como fazer?
A boa
RESENHA, além de fornecer uma síntese do assunto, apresenta o maior número de
informações sobre o trabalho – fatores que, ao lado de uma abordagem crítica e
de algumas relações intertextuais, darão ao leitor os requisitos mínimos para
que ele se oriente – esse é o objetivo da resenha: orientar o público
consumidor daquele objeto cultural.
A
resenha deve contemplar:
1) Breve
apresentação do autor do objeto cultural a ser resenhado;
2)
Apresentação do objeto cultural - título, gênero, ano da publicação, editora
etc.;
3)
Avaliação crítica – a composição da trama (história), o contexto sociopolítico
em que foi criada/escrita/lançada etc.;
4) Outras
impressões do resenhista;
5)
Aconselhamento do resenhista acerca daquele objeto cultural – o resenhista o
recomendaria?; a que tipo de público?; por quê?