Histórias
podem ser contadas por diferentes maneiras, entre as quais citamos: livros,
filmes, desenhos, mímicas, cantigas, encenações e também por meio da sequência
de quadrinhos – a esse gênero textual chamamos “HQ” – História em Quadrinhos.
O profissional que compõe os quadrinhos é o quadrinista. Maurício de Sousa, o
pai da Turma da Mônica, é referência na criação de HQs.
Como toda
narrativa, a HQ procura contemplar enredo, personagens, tempo e lugar, utilizando-se também das imagens de fundo.
Os quadrinhos exploram,
numa sequência lógica/cronológica, cenas vividas pelas personagens, que falam
por meio da escrita nos balões, os quais podem variar de tamanho e formato, colaborando
com o sentido da mensagem: há balões que indicam sonho, chuva, estrondo e até
mesmo os vazios, que indicam silêncio. As HQs contêm título.
Outra aliada
do quadrinhista é a onomatopeia, a figura de linguagem que consiste em
reproduzir, com a palavra escrita, ruídos (poff!; pá!; chuá, chuá!; blém! etc.),
“vozes” de animais (miau; cocoricó; au, au etc.) e outros sons que podem ser
escritos, muitos deles, inclusive, já dicionarizados (atchim; hummm;
tique-taque; pingue-pongue; tum-tum etc.).