Proposta completa
ESPORTES RADICAIS
ARTIGO DE OPINIÃO
ID: KIW
Texto I
Os esportes radicais – entre eles paraquedismo, alpinismo, motocross, rapel, montanhismo – têm conquistado cada vez mais adeptos em todo o mundo. Marcados por alto risco e grande exigência física e mental, essas modalidades atraem principalmente jovens em busca de superação e conexão intensa com a natureza. Além do aspecto recreativo, os esportes radicais também funcionam como formas de autoconhecimento, disciplina e gestão do medo. No entanto, não se pode ignorar os perigos neles implicados: quedas, lesões graves e até mortes, sobretudo quando praticados sem preparo técnico e equipamentos adequados. Por isso, é essencial que haja fiscalização, orientação profissional e políticas públicas de incentivo à prática segura dessas atividades.
Gislaine Buosi, advogada e educadora.
Texto II

Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2025/06/25/caso-juliana-marins-especialistas-listam-possiveis-erros-antes-e-depois-do-acidente-em-vulcao-na-indonesia.ghtml/. Acesso em 26 jun.2025.
Só
para lembrar...
ARTIGO DE OPINIÃO, como o
próprio nome adianta, é um texto em que o autor expõe seu ponto de vista a
respeito de algum tema polêmico. É um gênero textual que se apropria,
predominantemente, do tipo dissertativo. Dá-se o nome de articulista àquele que
escreve o Artigo. Inserido em jornais e revistas, é um serviço prestado ao
leitor, com o objetivo de convencê-lo acerca não só da importância do tema ali
enfrentado, como também da relevância do posicionamento do articulista. São
comuns o apelo emotivo, as acusações, o humor, a ironia – tudo baseado em
informações factuais. No artigo, é preciso conjugar as seguintes funções da
linguagem: referencial (informação, na parte introdutória), emotiva
(criticidade, no desenvolvimento) e conativa (apelo/ordem/aconselhamento ao
leitor, na conclusão).
O artigo, geralmente, é
escrito na 1ª pessoa do discurso, leva título e assinatura.
A
estrutura do artigo de opinião procura seguir:
. Introdução, com a
apresentação do tema e da tese a ser defendida;
. Desenvolvimento, com as
argumentações para a defesa da tese e
. Conclusão, com a
reafirmação da tese e, o quanto possível, a provocação do leitor, encaminhando-o
para as próprias reflexões.
ALERTA!
Cuidado com as armadilhas da primeira pessoa:
não escreva: “eu acho que”; “na minha opinião”; “no meu modo de pensar” etc.,
porque essas expressões são consideradas armadilhas da primeira pessoa.