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CONTO SOCIAL – BULLYING – ID: JMY
Você já sabe, mas não custa lembrar...
Contos Contos são narrativas curtas – o conto escolar tem, aproximadamente, trinta linhas. É preciso pensar em elementos como trama (história), personagens, narrador, tempo e espaço.
Atenção à estrutura tradicional do
conto: apresentação das personagens, com a inserção delas
no tempo e no espaço; complicação (envolvimento das personagens), clímax
(instante de maior suspense) e desfecho (final da história).
Ao
final, espera-se que o texto contenha respostas para as seguintes
perguntas:
ü O quê? – fatos que compõem a história/trama;
ü Quem? – personagens que vivem a trama;
ü Onde? – lugar onde ocorrem os fatos;
ü Como? – a maneira pela qual se desenvolvem os fatos;
ü Por quê? – a causa dos fatos/acontecimentos;
ü Quando? – o momento/a época em que ocorrem os fatos;
ü E então... – final da trama.
O
que distingue um conto social dos demais é o fato de tratar de temas que
envolvam, em especial, acontecimentos muito próximos à realidade de personagens
socialmente marginalizadas, ou seja, personagens que em muito se assemelham a
pessoas desprivilegiadas. Há certo aceno a denúncias de injustiças ou de
desatenção aos direitos humanos. Temas como: desigualdade social, fome e
insegurança alimentar, preconceito, pessoas em situação de rua, bullying etc.,
podem ser pano de fundo para os contos sociais.
Considere os textos a seguir:
O bullying escolar sempre existiu, por vezes nos corredores e nos cantos
menos vigiados do colégio, por vezes escancaradamente. Palavras, gestos,
olhares, risadas e outras atitudes intimidadoras sugerem silêncio e medo à
vítima. O bullying afeta não apenas o desempenho escolar, como também o
bem-estar psicológico dos estudantes. É preciso que educadores, alunos e
familiares se unam em um diálogo aberto e construtivo, fomentando uma cultura
de respeito e empatia. Afinal, a escola deve ser um espaço seguro de
aprendizado e crescimento – espaço em que a diversidade é celebrada e a
integridade de cada indivíduo é preservada.
Gislaine Buosi, educadora.
