Um case real de como melhorar o desempenho de redação em um curso pré-vestibular: da logística de correção ao diagnóstico preciso por turma, por unidade e por competência — e ao resultado que todo gestor escolar quer ver.
Gravado na Bett Brasil, o maior evento de educação da América Latina. Gustavo Fechus conversa com Wanderson Martins, diretor da Coopvest, sobre a trajetória da parceria com a Redigir e os resultados alcançados em redação no ENEM.
Como melhorar o desempenho de redação em um curso pré-vestibular com unidades espalhadas por cidades diferentes de Minas Gerais? Esse foi o desafio enfrentado pela Coopvest antes de iniciar a parceria com a Redigir.
A história começa com um problema logístico: redações viajando em envelopes físicos de uma unidade para outra, com risco de extravio, sem diagnóstico estruturado, sem dados por turma e sem capacidade de acompanhar a evolução dos alunos ao longo do ano. O que veio depois foi mais do que uma solução operacional — foi uma mudança de visão estratégica sobre o lugar da Redação dentro do curso.
O problema: como melhorar o desempenho de redação sem dados e sem diagnóstico
Antes da Redigir, a Coopvest operava com um modelo de correção que Wanderson Martins, diretor da instituição, descreve como arcaico: as redações eram produzidas pelos alunos, recolhidas pelas unidades e enviadas fisicamente a um corretor — com todo o risco logístico que isso implica. Envelopes se perdiam. O tempo entre a escrita e o retorno ao aluno era longo. E quando a nota voltava, ela chegava quase sozinha.
Não havia raio-x. Não havia diagnóstico por competência. O aluno sabia que havia tirado uma nota, mas não conseguia absorver com clareza o que precisava melhorar — e o professor também não tinha, de forma sistematizada, a informação sobre quais eram os desvios mais recorrentes de cada turma em cada unidade.
“A gente não tinha um diagnóstico preciso, um raio-x daquelas redações. Vinha a nota e o aluno não conseguia absorver o que seria necessário melhorar redação após redação.”
A virada: como melhorar o desempenho de redação com dados por unidade e por turma
A chegada da Redigir resolveu primeiro o problema operacional: as redações passaram a ser digitalizadas pelas secretarias de cada unidade e encaminhadas a corretores qualificados da instituição. Fim dos envelopes, fim do extravio.
Mas o impacto mais relevante veio depois. Com os dados organizados na plataforma, a Coopvest passou a enxergar suas unidades de forma simultânea — e a identificar diferenças precisas entre elas. Uma unidade com dificuldade em proposta de intervenção na competência 5. Outra com problema no uso da vírgula ou do acento indicador de crase na competência 1. Grupos distintos, com necessidades distintas, exigindo intervenções distintas.
Esse nível de granularidade — por unidade, por turma, por competência, por aluno — é o que tornou possível estruturar encontros com revisores e oficinas de redação com foco real: não uma aula genérica sobre “como escrever melhor”, mas uma intervenção cirúrgica sobre o que aquele grupo específico precisava resolver.
A motivação inicial da contratação foi a logística — não perder os envelopes pelo caminho. Mas o que a Redigir trouxe foi uma mudança de visão estratégica: a Redação passou a ser tratada como disciplina central, com dados, com acompanhamento e com capacidade de intervenção pedagógica precisa.
Os resultados: de 600 a 900 pontos no ENEM — e redação nota 1000 por dois anos consecutivos
Os números que a Coopvest apresenta são o tipo de resultado que todo gestor de curso pré-vestibular quer mostrar para os pais na reunião de início de ano. Dois anos consecutivos com alunos atingindo redação nota 1000 no ENEM. Mas Wanderson Martins faz questão de contextualizar esse número: a nota máxima é a ponta de um iceberg.
O que está embaixo é mais significativo: alunos que chegam em fevereiro e março com notas em torno de 600 e 700 pontos e encerram o ano letivo com 900 ou mais. Não são casos isolados — é o padrão da Coopvest. Essa progressão consistente ao longo do ano é o que sustenta os resultados de destaque e o que demonstra que o trabalho tem profundidade.
Um modelo flexível: correção pela equipe própria ou pelos corretores da Redigir
Um aspecto relevante do case da Coopvest é o modelo de uso da plataforma escolhido pela instituição. Em vez de utilizar os corretores da Redigir para corrigir as redações dos alunos, a Coopvest optou pelo plano essencial: usar o sistema da plataforma com sua própria equipe de professores e corretores.
Nesse modelo, o professor que ministra a disciplina também corrige as redações dentro da plataforma — e se aproxima ainda mais do aluno no processo. Ele usa o sistema para ter o diagnóstico detalhado, o raio-x por competência, e pode identificar quais alunos precisam de atenção antes mesmo da próxima aula.
A Redigir oferece os dois caminhos: a escola que prefere manter sua equipe de corretores pode fazê-lo usando o sistema da plataforma; a escola que prefere delegar a correção aos corretores qualificados da Redigir também tem essa opção. A escolha depende do modelo pedagógico e da estrutura de cada instituição.
Seu curso ou escola pode ter resultados como os da Coopvest
A Redigir apoia instituições de todo o Brasil — do pré-vestibular ao ensino médio — com diagnóstico preciso, dados por turma e intervenção pedagógica orientada por evidências.