Celulares nas escolas: proibir ou integrar? Antes da popularização dos celulares, as salas
de aula eram espaços de atenção quase exclusiva aos professores, com interação
limitada a livros, lousa e cadernos. A chegada dos smartphones mudou
radicalmente esse cenário: havia alunos conectados o tempo todo, inclusive
durante as aulas, até que, em 2025, o uso foi proibido por lei.
Benefícios da proibição: escolas relatam a melhora na concentração dos estudantes e um aproveitamento
maior do conteúdo trabalhado em sala. Alegam ainda que, sem os celulares, acabaram
os casos de cyberbullying e de acesso a sites inadequados e impróprios, além do
que a interação pessoal também foi fortalecida.
Desafios e perdas: em casos pontuais, certa resistência tanto de alunos quanto dos
respectivos pais. Também é preciso levar em consideração o fato de que, com a
proibição do celular, perdeu-se uma ferramenta versátil, uma vez que, quando
bem utilizados, serviam para pesquisas rápidas e atividades interativas –
entretanto, a própria lei põe a salvo o uso dos aparelhos para finalidades
didáticas.
Gislaine Buosi, advogada e educadora.
PROPOSTA
DE REDAÇÃO: A partir do
material de apoio e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua
formação, redija um texto dissertativo-argumentativo, em norma padrão da língua
portuguesa, sobre o tema: “O uso do
celular em sala de aula: proibição e desdobramentos”. Apresente proposta de
intervenção social que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e
relacione, de maneira coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu
ponto de vista.