Proposta completa
PREVENÇÃO À COVID-19
ARTIGO DE OPINIÃO
ID: G4E
TEXTO I
Como evitar a propagação da epidemia do Coronavírus?
O trabalho do Ministério da Saúde tem sido exaustivo para conter o aumento do surto de Coronavírus (COVID-19) no Brasil. Entretanto, é a participação da comunidade que será decisiva para reduzir as transmissões e retardar ou evitar o progresso acelerado da epidemia. Isso é especialmente importante para reduzir também a pressão sobre o sistema de saúde (rede pública e privada), que sofre sobrecarga muitas vezes desnecessária, fazendo com que aqueles que realmente precisam de cuidados assistenciais não consigam ou demorem mais a ter acesso aos serviços de saúde. (...)
Principais medidas individuais para que o surto não se espalhe
Fique em casa. É uma das maneiras mais efetivas. Se não há circulação de pessoas, o risco de contágio diminui drasticamente, como os números que acabamos de mostrar. Saia de casa apenas quando necessário, dê preferência a serviços de entrega e quando for ao mercado, opte por comprar mais itens por vez, diminuindo assim a necessidade de retorno por mais tempo. Cuide da sua higiene pessoal e de sua família. Lave as mãos com sabonete por pelo menos 20 segundos. O vírus não morre tão facilmente, possui uma camada de gordura que o protege, e o sabonete leva um tempo para agir sobre essa camada. Use álcool gel apropriado várias vezes ao dia.
MOURA, Catherine. Disponível em: https://blogs.iadb.org/brasil/wp-content/uploads/sites/29/2020/03/como-prevenir-coronavirus.png, adaptado. Acesso em 23.ago.2021.
TEXTO II
Pequenos confinados: como o isolamento impacta a saúde das crianças
Por Tatiane de Assis – 5.mar.2021
De repente, os pequenos foram arrancados de sua rotina e trancafiados em casa sob a ameaça de um inimigo invisível. “Não tem jeito. Independentemente da idade, o confinamento vai impactar de alguma forma a vida de todas as crianças”, afirma Guilherme Polanczyk, professor de psiquiatria da infância e adolescência da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Um erro ainda comum, apontam os experts, é menosprezar a presença da ansiedade e da depressão na infância. Elas não são exclusividade de adultos.
Disponível em: https://vejasp.abril.com.br/saude/e-necessario-conversar-para-amenizar-a-sensacao-de-desespero/, adaptado. Acesso em: 23.fev. 2021.
